TIPO DE LEITE   DESCRIÇÃO DO PROCESSO
A Obtido em Granjas Leiteiras, em instalações ideais e absolutas condições de higiene, de vacas selecionadas para produção de leite, em “salas” de ordenha 100% higiênicas e imediatamente resfriado após a ordenha.
Pasteurizado e homogeneizado na usina de beneficiamento no próprio local, sem contato manual e com o ambiente. Embalado em unidades de 1 litro e transportado até o ponto-de-venda em veículos refrigerados.
B Obtido em fazendas com menos recursos que as granjas de leite Tipo A, de vacas de raças leiteiras, com ordenha mecânica, resfriado na fazenda e transportado até as usinas de beneficiamento em caminhões geralmente não refrigerados.Pelo seu NÚMERO DE BACTÉRIAS 80 VEZES MAIOR que o leite Tipo A, dura muito menos na geladeira.
C Obtido em fazendas com poucos recursos, gado mestiço, ordenha manual, não é resfriado no local nem no transporte para as usinas, que é feito em latões de 50litros ao sol.O teor de gordura é rebaixado a 2% e, devido às precárias condições de higiene em que é obtido, dura poucos dias na geladeira. Tem 300 VEZES MAIS BACTÉRIAS que o leite Tipo A.
LONGA
VIDA
Geralmente é utilizado para este tipo de produto o leite Tipo C, esterilizado à altas temperaturas e embalado para durar muito tempo sem refrigeração. O processo de esterilização destrói vitaminas e lactobacilos benéficos à saúde humana.

A saúde no LEITE TIPO A

Os 3% de gordura contidos no leite tipo A Integral, em comparação com outras gorduras, é uma fonte rica em energia servindo de meio de transporte para as vitaminas lipossolúveis: A, D, E e K. A gordura do leite está em forma de emulsão, com coeficiente de digestabilidade de 95%. Já os mineirais encontrados no leite, em especial o cálcio e o fósforo, são essenciais para formação e manutenção da estrutura dos ossos e dentes em indivíduos de todas as idades, sobretudo lactantes, crianças e idosos.

EXIGÊNCIAS PARA O LEITE TIPO A

Para que um leite receba a certificação tipo A, sua produção deve seguir uma série de padrões e normas rígidas no que se refere à alimentacão e instalação dos animais, do laticínio, ordenha e cuidados ambientais. Todo o processo deve estar concentrado em um mesmo estabelecimento, não sendo permitidos lotes de leite com origem de outros rebanhos. É um alimento premium, produzido sem nenhuma interferência manual e sem contato com o ambiente.

Alimentação dos animais

Os animais recebem uma alimentação balanceada, garantindo todas as necessidades nutricionais para uma produção da mais alta qualidade, inclusive na época de seca. Comem alimentos produzidos na própria fazenda, como silagem de milho, aveia, alfafa e feno de capim, sempre complementados com outros alimentos que a fazenda terceiriza, como; milho, farelo de soja, caroço de algodão, polpa de laranja, entre outros.

Instalações dos animais: bezerros

Logo após o nascimento e de ter bebido seu primeiro leite (colostro), os bezerros são levados ao berçário. São alimentados com mamadeiras por 3 dias, enquanto vão aprendendo a se alimentarem sozinhos no balde. Chegam a beber 6 litros de leite por dia. Após o sétimo dia, a alimentação já começa a incluir ração e feno de capim. Aos 2 meses são desmamados e transferidos para junto de outros bezerros até completarem 4 meses. Depois vão para piquetes coletivos, onde ficam alojados até atingirem idade de inseminação.

Instalação dos animais: vacas

Os animais da fazenda são divididos em diferentes lotes, que podem ser classificados de várias formas: por idade (novilhas), por tempo desde a última parição (lote pós-parto, lote de 90 dias pós-parto), entre outros, como lote pré-parto, lote de final de lactação, etc. De maneira geral, a ordenha é feita 3 vezes ao dia, sendo o lote pós-parto o de maior produção. Nesse lote, um único animal pode alcançar uma produção de leite de até 70 litros diários. A média diária por vaca é de 32 litros/dia.

Ordenha

Todo o sistema de ordenha do leite é mecanizado, não havendo nenhum contato manual. Isso garante não só a máxima higienização e ausência de quaisquer traços de contaminação, bem como a rapidez no processo e maior produtividade. Após a ordenha, o leite segue por tubulação de aço inoxidável até uma série de filtros e um trocador de calor, onde é resfriado a 2ºC e armazenado em tanques térmicos. Todo o sistema é fechado, sem contato com o ambiente.

Chip de identificação

Ao nascer, o bezerro recebe um brinco plástico que contém um chip eletrônico de identificação. Esse chip registra todo o histórico individual da vida de cada animal, dando aos produtores informações importantes sobre a saúde do rebanho, litros ordenhados por dia, vacinação, etc. Os chips são lidos automaticamente na hora da ordenha e podem acusar, por exemplo, uma queda brusca de produção de um determinado animal. Essa vaca é então separada e examinada para que se investiguem as possíveis causas.

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